NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA NO MUNDO...

Nós fazemos a diferença no mundo
"Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo." (Paulo Coelho)

Na qualidade de Cidadão, afirmamos que deveríamos combater o analfabetismo político, com a mesma veemência que deveria ser combatido o analfabetismo oficioso no Brasil. Pois a politicagem ganha força por colocarmos poder de importantes decisões nas mãos de quem não se importa com o que irá decidir.
Concordo com Bertolt Brecht, quando afirma que: "O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos”. Ele não sabe o custo de vida, nem que o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato, saneamento, mobilidade urbana, e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. “Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce à prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”
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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Talvez... ronda o COMPERJ


Talvez o porto nem saia, diz assessor do prefeito de Maricá.

No primeiro encontro do ano do CCS (Conselho Comunitário de Segurança) realizado este mês de janeiro na delegacia de Maricá, o ex-secretário de Segurança e ex-delegado Alexandre Neto, agora assessor do prefeito, disse que o porto pode não chegar à Maricá.
O ex-secretário chegou à reunião minutos após o início e comentou sobre decisões políticas que atrapalham a cidade, citando inclusive a interferência do presidente da ALERJ, o Deputado Estadual Paulo Melo.
Neto falou também sobre o COMPERJ, no qual a presidenta Dilma pretende parar a obra, onde a previsão de conclusão era para o final de 2015.
O prefeito Washington Quaquá (PT) usou o porto como umas das promessas de campanha na sua reeleição, onde afirmavam que o porto iria gerar 13 mil empregos.
O porto em Jaconé (TPN – Terminal Ponta Negra) estava sendo chamado de o ‘Porto do Pré-sal’, onde as embarcações iriam escoar petróleo para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro na cidade vizinha, Itaboraí.
“Vim de uma reunião política agora que, talvez o porto nem saia.” disse o assessor do prefeito e ex-secretário de segurança Alexandre Neto.
“Ainda bem que parou, senão ia ser o caos aqui.” comentou Neto sobre a obra do COMPERJ

Em tempo...

A prefeitura de Maricá enviou uma nota de desmentido para a redação do ‘Maricá Info’ com relação à matéria publicada nesta quinta-feira (31).
O Maricá Info publicou a matéria em que o ex-secretário de segurança e atual assessor do prefeito de Maricá, delegado Alexandre Neto, disse que ‘talvez o porto nem saia!’
O ex-secretário que estava presente no primeiro encontro do CCS (Conselho Comunitário de Segurança) realizado na delegacia de Maricá disse que ‘talvez o porto nem saia’, dizendo que tinha acabado de chegar de uma reunião política.

Nesta sexta-feira, recebemos por e-mail a nota, confira na íntegra:
“Os comentários veiculados de minha parte encerram uma perspectiva de caráter pessoal e não podem ser atribuídos, portanto, a decisões políticas que concernem ao governo federal e à Prefeitura de Maricá”.
Atenciosamente: Alexandre Neto.
Fonte da matéria Maricá Info
 
Petrobras não poderá usar rio para transporte de máquinas do Comperj

Fonte: Reuters.
 A Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro vetou a proposta da Petrobras de usar um rio em uma área de proteção ambiental para transportar equipamentos do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), informou o titular da pasta, Carlos Minc.
Máquinas de grande porte estão paradas no porto do Rio de Janeiro desde 2011 à espera de uma solução sobre como serão transportadas.
O uso do Rio Guaxindiba para o transporte dos equipamentos foi vetado pela Secretaria em conjunto com o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) devido ao impacto ambiental que poderia causar em uma área de proteção ambiental, a APA de Guapimirim.
"Nós não vamos autorizar a passagem pelo rio; eles vão ficar só com a estrada mesmo", disse Minc a jornalistas.
Os equipamentos ultra pesados da Petrobras não têm como ser transportados até o Comperj, em Itaboraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro, por estradas convencionais.
As máquinas, compradas no exterior, terão de seguir pelo mar do Porto do Rio de Janeiro até um porto em São Gonçalo que está sendo construído pela estatal.
De lá, como não poderão ir para o Comperj através do rio Guaxindiba, seguirão através de uma estrada que também já começou a ser construída por uma empresa contratada pela Petrobras.

O ideal para a estatal seria utilizar o rio e a estrada para ganhar tempo.
"Inicialmente, eles (Petrobras) disseram que seria uma pequena dragagem e não ia afetar muito. Depois, vimos que era maior e os reflexos poderiam ser maiores. Achamos que o custo ambiental, social e político não compensava", afirmou Minc.
De acordo com o secretário, as compensações ambientais para o liberação do licenciamento do Comperj já estão em execução.
Ao todo, são 600 milhões de reais em compensações que incluem medidas como plantio de 6 milhões de árvores, projetos de saneamento, canalização e distribuição de água nos município do entorno do complexo, entre outras iniciativas.
A previsão da estatal é que a primeira fase do Comperj comece a operar em 2015.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Parou em Itaboraí...

A população do interior do Estado que já contava com baixo policiamento nessa Sexta Feira (10/02) esteve entregue a própria sorte. Lembramos que para cada policial em Itaboraí existem 10 na UPP da Rocinha... UPP da Rocinha tem 900 PMs o 35ºBPM conta apenas uns 450 PMs e atende outros 5 municípios.
As loterias Esportivas no Estado não funcionaram hoje em todo o interior.
Em Maricá um arrastão tomou conta de Inoã e houve vários assaltos no centro da Cidade de Maricá em grandes lojas... O prefeito já confidenciou a alguns mais chegados que não haverá carnaval.
A rede de cinemas Kinoplex decidiu cancelar as sessões a partir das 22h30 desta sexta-feira (10) nas unidades do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro e no Shopping Tijuca, na Zona Norte, em virtude da assembleia de bombeiros e policiais civis e militares que decidiu decretar greve no estado. As informações são da assessoria da rede de cinemas... Em nota, a rede afirma que a decisão está "zelando pelo bem-estar e segurança de nossos clientes e colaboradores".
Nova paralização do Comperj sem o forte aparato policial foi motivada por discordância em relação ao valor do dissídio negociado pelas empresas que formam os consórcios, entre eles estavam operários da Andrade Gutierrez e da Alusa Engenharia.
Segundo relato de funcionários, que preferiu não se identificar (eram vistos bebendo nos bares da cidade) a confusão começou cedo por volta das 7 horas e alguns minutos.
Os grevistas teriam ido a cada canteiro de obra e parando as obras. No desentendimento, um ônibus foi apedrejado e dois operários foram feridos sem gravidade...Houve boatos de mortes não confirmadas e muitas ambulâncias circulando em altas velocidade.
O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse à tarde que os trabalhadores de alguns consórcios que realizam as obras do, estão parados desde ontem.
Segundo o diretor, a data-base da categoria é fevereiro e os trabalhadores ainda estariam em negociações com as empresas que formam os consórcios.
- A negociação é dos trabalhadores com as empresas, nós não participamos. Mas esperamos que cheguem a um bom termo na negociação - destacou Paulo Roberto.
Segundo ele, a obra não está parada porque alguns consórcios continuam com seus empregados trabalhando. Funcionários que não se identificaram, no entanto dizem que não há mais nenhum operário trabalhando nesta tarde no Comperj.
Até o início da tarde, a assessoria de Imprensa da Petrobras informou que ainda estava apurando os acontecimentos e não confirmou nenhuma das informações. O caso será registrado na 71ª DP (Itaboraí).
Ao todo estão no canteiro de obras cerca de 20 consórcios e uns 15 mil trabalhadores ao todo.

O prazo de entrada em operação do Comperj é em fins de 2014. Paulo Roberto disse não ser possível estimar ainda se a paralisação poderá atrasar o cronograma ou não.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Framo Brasil conclui compra de terreno na região do Comperj e se torna a 1ª indústria a se instalar.


A Frank Mohn do Brasil (Framo Brasil), fabricante de bombas submersas para o mercado offshore, fechou a compra de uma área com 21,7 mil m² para instalação de sua nova unidade no país. No último dia 30 de janeiro, a empresa assinou a escritura definitiva com a Siriso Participações Ltda. O terreno está localizado na localidade de Guaxindiba, em São Gonçalo (RJ), num loteamento industrial próximo à estrada que ligará o futuro porto do município às instalações do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí.

Nesta área serão construídas as novas instalações da Framo Brasil, incluindo: um centro de serviço com oficinas para manutenção; assistência técnica de equipamentos da Framo; centro de treinamento operacional; almoxarifado de peças sobressalentes; entre outras atividades de apoio aos equipamentos da Framo em operação no Brasil e América do Sul.

A Framo pretende ampliar seu conteúdo nacional, com área de montagem de equipamentos com mão de obra local e subfornecedores nacionais. De acordo com a Framo Brasil, o projeto está sendo desenvolvido para aprovação dos órgãos competentes e seguirá o mesmo padrão das outras empresas da Framo no exterior.

O diretor presidente da Frank Mohn do Brasil, Luiz F. Bassani Dias, destaca que a empresa cresceu em termos de atendimento no Brasil e na América do Sul. O executivo ressaltou que a área comprada está numa região estratégica do Rio de Janeiro, que está atraindo empresas de grande porte. Os investimentos no terreno são da ordem de R$ 4,5 milhões.

"Precisávamos ter uma sede própria e a ideia do grupo quando viemos para o Brasil era de que aqui também fosse um polo para América do Sul", contou. Bassani disse ainda que a unidade brasileira dará suporte à unidade da Frank Mohn que está sendo implantada em Angola.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Comperj solta nota divulgando que vai contratar mais 7 mil pessoas em 2012


Nas audiências publicas realizada recentemente onde impôs suas posições de mandante local com o apoio do Inea/Ceca e a omissão do Ministério Publico... Foi exposto que Maricá dos 13.000 empregos no Comperj já emprega 170 moradores e mais algumas dezenas de pessoas em Itaboraí no como se fosse um enorme feito e que fez diversas melhorias na região... Obviamente sabemos de pouco feito ou quase nada.

Agora anuncia “número de trabalhadores nas obras subirá para 20 mil até o final do ano, afirma o diretor de abastecimento. No total, 200 mil empregos diretos, indiretos serão criados”

As obras do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) deverão contratar mais 7 mil empregados até o final deste ano em todas as empresas que estão atuando na região, se somando aos 13 mil trabalhadores que já estão participando das obras em Itaboraí. A informação foi confirmada pelo diretor de abastecimento do Comperj, Paulo Roberto Costa.

“Até o final do ano estaremos com 20 mil trabalhadores em todas as empresas que estão trabalhando nas obras. Quando estivermos no pico de obras, em 2014, teremos cerca de 40 mil empregos diretos no Comperj”, afirmou Costa.

No total, 200 mil empregos diretos, indiretos e por “efeito-renda” serão criados devido à instalação do complexo, de acordo com a Petrobras. Paulo Roberto Costa reafirmou a intenção de utilizar a mão de obra local nas obras. Para isso, a estatal criou o Centro de Integração do Comperj, que fica em São Gonçalo e pretende qualificar 30 mil profissionais nos 11 municípios situados na área de influência do empreendimento (Itaboraí, São Gonçalo, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Niterói, Maricá, Magé, Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá). Devem ser oferecidos mais de 60 tipos de cursos gratuitos em todos os níveis.

O ingresso ocorre por meio de processo seletivo público. O Centro faz parte do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás (Prominp). Segundo a Petrobras, os interessados devem enviar currículo para o departamento de Recursos Humanos dos consórcios contratados. Quem tiver concluído curso do Prominp deve incluir esse quesito. O Prominp também encaminha para as empresas os currículos dos ex-alunos que concluíram a qualificação.

Funcionamento

As obras do Comperj têm previsão para ficarem prontas em 2014. A primeira refinaria entrará em funcionamento em 2014 e a segunda começará a operar em 2018, disse o diretor de abastecimento. Cada refinaria terá capacidade de 165 barris/dia. Segundo Paulo Roberto Costa, cerca de 30% das construções estão prontas e algumas instalações devem entrar em operação em breve como a de tratamento de água.

“O início do funcionamento do complexo vai acontecer aos poucos. Quando estivermos com 70% das obras concluídas já estaremos com muitas instalações em pré-funcionamento para que tudo comece a funcionar em 2014”, contou.

Faltou dizer de onde vem à água a ser utilizada (será de esgoto tratado) e de onde vem todo esse esgoto para ser capaz de gerar uma vazão no emissário de Maricá de 1000 litros por segundo.

Faltou dizer quando haverá um novo estudo de impacto ambiental (RIMA e EIA) já que o que vem sendo utilizado não vale mais... Mudou a capacidade de produção, o número de refinarias e matriz energética que antes seria óleo para gás.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Acreditem se quiser: Comperj cala a Tutela Coletiva

Realizado em Itaboraí e em Maricá a audiência pública do emissário de esgoto do Comperj sem a presença do MP Estadual ou Federal... O Inea através do seu representante disse que a legislação federal é ultrapassada tendo o RJ legislação própria ambiental... Pasmem os estudiosos contratados pelo Comperj para o impacto ambiental ignoraram a Lagoa de Maricá, os peixes do mar de Maricá com pargo e corvina entre outros, ressaca do mar, vida útil da tubulação e etc... Também foi retirado o direto dos participantes não cadastradas de fazerem perguntas... Aos representantes da mesa que apresentou nas coxas um ridículo projeto foram dispensadas inúmeras horas na tentativa de cansar os presentes... O Comperj apenas vai despejar em Itaipuaçu mil litros por segundo de resíduos industriais proveniente de água de esgoto reaproveitada pelo Comperj (onde eles vão arrumar tanto esgoto assim?)... Um verdadeiro Estupro ambiental e populacional feito pela multinacional Petrobras.
A escolha por Maricá se deve exclusivamente a população ser numericamente inferior a São Gonçalo, o que torna o custo mais barato.
Recentemente vimos que São Luiz no Maranhão tem problemas com a tubulação de água cuja vida útil estabelecida na implantação já venceu faz tempo... O duto do Comperj não fez estudo de durabilidade (vida útil).
A mudança do padrão energético do Comperj ainda não teve explicação de danos ambientais... A licença era para uma refinaria agora são duas; logico que tem que mudar contra partidas, RIMA e EIA

RECADO PÚBLICO: DUTO DO COMPERJ, NÃO!
Por unanimidade, o recado foi dado na Audiência Pública do “Projeto do Emissário Terrestre e Submarino do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro”: - Fora, duto do COMPERJ!
A sociedade civil, em pleno exercício de cidadania, cumpriu seu papel e registrou na história do município de Maricá: - 24 de janeiro de 2012 – o dia do Não! Dia em que seus cidadãos se reuniram e viraram a mesa na Audiência Pública, aquele já conhecido e desconsiderado rito de passagem, passe-livre para os megaempreendimentos poluidores, usurpadores de referências ambientais e culturais. Em total cumplicidade, o poder público, aliado ao poder econômico, representado pelo INEA/CECA – órgão ambiental licenciador, assumiu o papel de mestre de cerimônia e apresentou seus atores, todos a serviço da liberação da absurda licença. A mesa da “festa” foi montada com pompa de corte, decorada com arranjos de flores mortas, impróprias! Os componentes, integrantes das equipes de consultores, da Petrobras e do INEA, identificados com pulseiras azuis, impróprias! Suas atitudes e discursos os identificavam, impróprios!
Em alta performance, experiente na função, o Presidente da CECA se apresentou ao público, destacando seu papel oficial, com a missão de receber as observações da plateia, “porque uma audiência pública não cancela o licenciamento, mas agrega recomendações ao processo”.  Destacou, ainda, que seriam aceitas perguntas por escrito e que o uso da palavra estaria garantido aos (14) participantes já inscritos, via internet, de acordo com normas do CONEMA (Conselho Estadual do Meio Ambiente). Assim, foi dada a largada para as questões de ordem: “Vale o escrito? Não é isso o que está escrito no papel que descreve as – Normas de procedimentos para Audiência Pública – assinado pelo INEA e distribuído na pasta da Petrobras”, alerta o militante, Fernando Tinoco, também experiente, lendo o item 4: - "o Presidente declarará aberta a primeira fase da Audiência Pública, assim como aberto o prazo para a apresentação de perguntas escritas e inscrições para o uso da palavra durante os debates..."  Diante disso, recuou o presidente da mesa e liberou o microfone, tempos depois de submeter a plateia, inclusive, ao relato dos projetos sociais da empresa, dedicados aos municípios afetados, como “uma grande oportunidade de promover o desenvolvimento da região do entorno”. Tempo perdido com tanto bla-bla-bla, pura propaganda enganosa, também imprópria! Além disso tudo, o foco fundamental está na outra questão da fala do presidente, sobre o papel da Audiência Pública: –“não cancela, mas agrega contribuições”. Segundo o item 6 das – Normas de procedimentos para Audiência Pública: “... ocasião em que apresentará explicação sobre o licenciamento ambiental, a ausência até o momento de decisão sobre a expedição da licença ambiental ao empreendimento, o caráter consultivo e os possíveis desdobramentos da Audiência Pública e o termo final do período de análise e decisão sobre a licença, o qual também levará em conta o que for apresentado na Audiência Pública e no período seguinte de oferecimento de comentários suplementares”.  Vale o escrito? Assim, como bem observou uma participante, simples dona de casa: – Registrem bem o resultado da Audiência: “O povo de Maricá disse não ao duto!” E outra completou: “Nossa casa, nossa regra!” Vale o registro? Ponto final.
 – A resistência, em Maricá, existe e está atuante como nunca, organizando seus movimentos e atuando em várias frentes em defesa dos ambientes naturais e culturais, como os pescadores tradicionais da comunidade Zacarias e os grupos em defesa das lagunas e restinga, como bem destacaram Flávia Lanari, representante da APALMA, e a Professora Desiré... da Associação Pró-restinga.
Como os donos do poder tanto gostam de destacar, também houve fartura de argumentos técnico-científicos contrários ao emissário, muito bem estudados e apontados pelos participantes, também embasados em pareceres dos meios acadêmicos. Dentre os muitos aspectos negativos do EIA, destaco o flagrante desrespeito à APA de Maricá e ao Parque Estadual da Serra da Tiririca - PESET, Unidade de Conservação administrada pelo próprio órgão licenciador, o INEA. A mesma mão que deve proteger licencia sua contaminação! Pasmem!

A área marinha do PESET, demarcada entre a Pedra do Elefante e o Costão de Itacoatiara, na enseada do bananal e entorno, (onde há ocorrência de vórtices), será alvo da pluma dos efluentes contaminantes: cianetos, fenóis, óleos e graxas... (toda a tabela periódica). Biodiversidade ignorada, biodiversidade perdida! Pesca artesanal de Itaipu e Maricá também em extinção!
Diante de tal ameaça, concreta, o Conselho Consultivo do PESET, integrado por representantes da sociedade civil, criou um Grupo de Trabalho dedicado a analisar o Estudo de Impacto Ambiental, ao longo do último ano. O Coordenador do GT, o ambientalista Cássio Garcez, apresentou na Audiência as principais questões (em anexo) que levaram à total desqualificação do EIA.
Essa Audiência Pública deve se tornar um marco. O marco zero para o INEA rever sua postura ética e a política pública ambiental que implementa  no Estado do Rio de Janeiro. Se é que se pode considerar a existência de algum planejamento ambiental nesse governo, que esteja acima e além das politicagens partidárias. Exemplo claro? A inexistência de um eficaz plano de contingência, falha revelada diante do último acidente ocorrido na bacia de exploração de petróleo no litoral de Campos. Imagens fortes: mancha de óleo de enormes dimensões se estendendo pelo mar aberto. E o monitoramento? E as consequências?  Quem sabe? E o pagamento das multas? Quem recebe? E as nefastas medidas compensatórias? O crime não compensa! A biodiversidade perdeu!
Laura França: Jornalista; Pós-graduada em Planejamento Ambiental-UFF; Ex-integrante do Movimento Cidadania Ecológica; Ex-Administradora do PESET (1993 a 1996); Integrante do GT-Duto do Comperj

Obras vizinhas ao Comperj danificam estrada em Itaboraí
Artigo do site O Globo, com o leitor Armando Sousa (morador)

Chegar a sítios pela Estrada de Sambaetiba, em Itaboraí (RJ), é como participar de um rali. Segundo o leitor Armando Sousa, as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que está sendo erguido pela Petrobras desde 2007, são as responsáveis pelo péssimo estado da via. Mesmo os reparos que teriam sido feitos pela empresa não ajudaram a resolver o problema.
No começo de janeiro, Sousa escreveu ao Eu-Repórter contando que manilhas instaladas para ajudar na drenagem da estrada, sem pavimentação, estariam causando o afundamento de trechos da via. Além disso, as cercas do Comperj também estariam prejudicando o escoamento da água da chuva, favorecendo a formação de atoleiros. No último dia 20, o leitor enviou outro relato, dizendo que funcionários do complexo cobriram as depressões com pedras. Entretanto, imagens feitas por Sousa no sábado (21) mostram que a estrada voltou a ceder, e as pedras rolaram para dentro das manilhas (clique aqui para ver as fotos). E o problema dos atoleiros persiste.

- Depois que vocês (repórteres) me ligaram, consertaram a manilha no ponto onde (o solo) estava cedendo. Na estrada mesmo, não fizeram nada. Só consigo ir a cavalo. Atolei mesmo sem chuva - descreveu o leitor, por telefone.
Desde meados do ano passado, Sousa recorre ao telefone 0800 789 001, criado para fornecer informações e receber reclamações sobre o Comperj, para pedir uma solução. Até o começo deste mês, Sousa não tinha recebido um retorno da Petrobras sobre os danos - “um discurso bem diferente de quando desapropriaram as terras”, escreveu ele no primeiro relato recebido pelo Eu-Repórter.

Também ao GLOBO a Petrobras não retornou, apesar dos insistentes pedidos de informação nos últimos dias. A Prefeitura de Itaboraí prometeu enviar uma equipe de fiscais ao local para verificar “se é a obra do Comperj que está provocando tal situação e para que sejam tomadas as medidas cabíveis” e esclarece que a Secretaria de Obras do município “estará fazendo um amplo trabalho de recuperação de vias no distrito de Sambaetiba.” O município não informou datas para a fiscalização, nem para a recuperação.
Previsto para entrar em operação em 2014, o Comperj ocupa um terreno cuja área é de 45 milhões de metros quadrados. Segundo o site oficial, as obras devem gerar 200 mil empregos. O projeto original previa que o complexo receberia investimentos de US$ 8,5 bilhões da Petrobras (em abril de 2011, com o anúncio do uso do gás natural como matéria-prima, a estimativa era de que os gastos cairiam em até 30%).

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Minoritários reclamam da Petrobras


Minoritários querem vaga na Petrobras

Autora: Graziella Valenti

Valor Econômico - 27/01/2012

Acionistas minoritários estrangeiros da Petrobras estão preocupados em garantir que indicarão, sem interferência da empresa, um representante para o conselho de administração na assembleia geral deste ano. Há oito dias, dez grandes investidores europeus e americanos enviaram carta ao ministro Guido Mantega, presidente do conselho de administração da companhia. O motivo da carta foi a indicação e posterior eleição para o conselho de Josué Gomes da Silva, controlador da Coteminas e filho do ex-presidente da República José Alencar. Os acionistas reclamam do procedimento da Petrobras, que os levou a aprovar o nome do empresário sem todas as informações a seu respeito.

Josué Gomes da Silva, controlador da Coteminas e filho de ex-vice-presidente: indicação para o conselho questionada por estrangeiros por não terem sido consultados previamente na decisão.

Os acionistas minoritários estrangeiros da Petrobras estão preocupados em garantir que indicarão, a partir de sua própria vontade, um nome para o conselho de administração da empresa na assembleia geral deste ano. Há oito dias, um grupo de dez grandes investidores institucionais europeus e americanos enviaram uma carta de alerta a Guido Mantega, presidente do conselho de administração da companhia e ministro da Fazenda.

O grupo foi liderado pelo fundo global baseado em Londres F&C Management, que administra US$ 177 bilhões em ativos. O documento conta com a assinatura, entre outros, da Railpen Investments e do State Board of Administration of Florida (SBAFLA).

O motivo da carta foi a indicação e posterior eleição para o conselho de administração do empresário Josué Gomes da Silva, controlador da Coteminas e filho do ex-vice-presidente da República José Alencar, falecido em março do ano passado. Seu nome foi sugerido pelo restante do conselho da companhia sem consulta prévia aos minoritários, embora a vaga fosse dos acionistas.

O dono da Coteminas foi indicado para o cargo após a renúncia em outubro de Fabio Barbosa, que havia sido indicado para o conselho da Petrobras pelos minoritários da empresa em votação em separado - sem o voto do controlador.

Para cobrir a vaga aberta, o conselho da estatal, sem ouvir os acionistas de mercado, indicou Gomes da Silva. A decisão foi validada em assembleia somente em dezembro de 2011, quando ele foi eleito pelos acionistas, sem o voto do controlador.

A carta dos fundos de pensão e gestores de recursos estrangeiros a Mantega é dura. Nela os acionistas afirmam que foram "induzidos a erro" na votação de dezembro, sobre a indicação do filho do ex-presidente da República. Isso porque teriam aprovado o nome sem todas as informações a respeito do empresário, em especial os possíveis vínculos políticos por conta do pai - que fora vice-presidente de Lula, no governo anterior. A explicação foi dada ao Valor por Karina Litvack, chefe de governança e sustentabilidade do F&C.

Contudo, não há nenhuma queixa ou crítica à capacidade profissional, intelectual e ética de Gomes da Silva. A reclamação deve-se, principalmente, ao procedimento da Petrobras.

Procurado, o executivo não respondeu à solicitação até o fechamento desta edição.

Na carta, os fundos liderados pela F&C Management afirmam esperar que o executivo fique no posto apenas até a assembleia geral ordinária - que deve ocorrer entre março e abril.

A expectativa desses fundos é que nessa próxima assembleia geral eles indiquem por escolha própria um nome para compor o conselho - e não sigam nenhuma sugestão da administração da empresa.

"Em linha com a boa governança, o conselho deveria ter dado aos acionistas minoritários a oportunidade de apresentar indicados para substituir o Sr. Fabio Barbosa, em vez de nomear um representante do acionista controlador", afirma a carta que também ressalta que Gomes da Silva não é um membro eleito de fato pelos minoritários, já que a indicação de seu nome partiu da administração e não da livre espontânea vontade dos acionistas do mercado.

Consultada, a Petrobras afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a companhia apenas seguiu a Lei das Sociedades por Ações ao fazer a indicação. A companhia baseou sua posição no artigo 150 da legislação, que atribui ao conselho de administração a responsabilidade de indicar um nome em caso de renúncia de algum membro. Além disso, a estatal confirma que a posição de Gomes da Silva é apenas até a assembleia anual.

Os acionistas gostariam de, além de serem previamente consultados, terem recebido mais esclarecimentos sobre o empresário selecionado.

O artigo 144 da mesma Lei das S.As. aponta que os minoritários, quando utilizam o voto em separado, são aqueles que podem eleger e destituir o membro do conselho indicado por eles.

Além disso, no artigo 239, dedicado às companhias de economia mista, a lei garante que a minoria dos investidores tenha direito a eleger um membro no conselho de administração mesmo que eles não alcancem os percentuais necessários para votação em separado.

"Nos últimos anos, a atuação do governo brasileiro sobre a Petrobras vem aumentando, o que nos preocupa", afirmou Karina, do F&C, ao Valor. "É muito fácil para quem está no Brasil saber todo o contexto do Sr. Gomes da Silva. Mas, para nós que estamos distante, a questão não é tão simples", disse ela.

"A fim de salvaguardar a confiança dos investidores na Petrobras - e até mesmo no mercado brasileiro de modo mais geral - acreditamos que é vital que a companhia seja governada e operada com vista a maximizar a longo prazo o valor para o acionista, o que, por sua vez, exige que as decisões empresariais e de gestão não estejam sujeitas à interferência política de nenhum tipo", completa a carta dos estrangeiros.

Esses investidores estão, desde já, se articulando com minoritários brasileiros em busca de um nome a ser indicado previamente à assembleia anual. Por enquanto, ainda não há consenso em torno de uma sugestão.

Para utilizar os benefícios da votação em separado prevista na legislação, os minoritários precisam ter 15% das ações ordinárias ou 10% do capital social em preferenciais da empresa.

A Petrobras é a maior e mais líquida ação do mercado de capitais brasileiro. A companhia tem valor de mercado de R$ 350 bilhões. Na prática, para ter direito ao voto em separado previsto em lei, é preciso reunir um grupo dono de R$ 30 bilhões ou R$ 32 bilhões aplicados na empresa.

Após a megacapitalização de R$ 120 bilhões realizada em 2010 para tornar viável a exploração do pré-sal, o governo controla direta e indiretamente 63% do capital votante da Petrobras, segundo a posição de dezembro no site da companhia.

Das ações ordinárias, ainda conforme a empresa, 21,5% eram negociadas na forma de recibos americanos de ações (ADRs nível 3), no fim do ano passado. Do capital total, entre ordinárias e preferenciais 24,4% estavam com estrangeiros na forma de ADRs.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Audiência do Comperj, mas se parece com estupro... Veja aqui resumo jornalístico nacional em 25/01/2012


Será realizado hoje em Itaboraí e foi realizada ontem em Maricá a audiência pública do emissário de esgoto do Comperj sem a presença do MP Estadual ou Federal... O Inea através do seu representante disse que a legislação federal é ultrapassada tendo o RJ legislação própria ambiental... Pasmem os estudiosos contratados pelo Comperj para o impacto ambiental ignoraram a Lagoa de Maricá, os peixes do mar de Maricá com pargo e corvina entre outros, ressaca do mar, vida útil da tubulação e etc... Também foi retirado o direto dos participantes não cadastradas de fazerem perguntas... Aos representantes da mesa que apresentou nas coxas um ridículo projeto foram dispensadas inúmeras horas na tentativa de cansar os presentes... O Comperj apenas vai despejar em Itaipuaçu mil litros por segundo de resíduos industriais proveniente de água de esgoto reaproveitada pelo Comperj (onde eles vão arrumar tanto esgoto assim?)... Um verdadeiro Estupro ambiental e populacional feito pela multinacional Petrobras.

O Globo

Manchete: Dilma decide demitir chefe do Dnocs, mas vai esperar PMDB

Presidente abre reforma ministerial com cerimônia de homenagem a Lula... O Palácio do Planalto já avisou ao PMDB que o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), Elias Fernandes Neto, terá de deixar o governo. Como mostrou O GLOBO, ele é acusado de favorecer seu estado com verbas federais e de desvios de R$ 312 milhões no órgão. O vice-presidente Michel Temer negocia a troca no Dnocs para evitar uma crise com o PMDB na Câmara, pois Elias é afilhado do líder Henrique Alves, que rejeita a substituição. Com o apoio do Planalto, o ministro da Integração, Fernando Bezerra - que também direcionou verbas a seu estado -, confirmou que mudará todas as diretorias do Dnocs, além da Codevasf e da Sudene, mas espera conversas com o PMDB. Ontem, a presidente Dilma comandou a solenidade de troca de Fernando Haddad por Aloizio Mercadante na Educação. O primeiro sai para disputar a prefeitura de SP. Mercadante será substituído na Ciência e Tecnologia por Marco Raupp, um técnico. Padrinho da candidatura de Haddad, o ex-presidente Lula voltou pela segunda vez ao Planalto, e emocionou ministros e Dilma. (Págs. 1 e 3 a 10)

Merval Pereira

Davos discute como promover o retorno do crescimento sem sacrificá-lo pelo excesso de austeridade. (Págs. 1 e 4)

Obama quer elevar impostos de ricos

De olho no ano eleitoral e com uma agenda já voltada para um segundo mandato, o presidente Barack Obama deu um tom doméstico ao seu discurso sobre o Estado da União, no Congresso americano, e defendeu o aumento de impostos para os mais ricos, de acordo com trechos divulgados antecipadamente pela Casa Branca. O assunto já domina a campanha republicana. (Págs. 1, 27 e Miriam Leitão)

Sarkozy já admite derrota em eleições

Antes de anunciar sua candidatura, o presidente Nicolas Sarkozy já admite perder para os socialistas e diz que deixará a política: "Pela primeira vez em minha vida, enfrento o fim da minha carreira." (Págs. 1 e 28)

Yoani diz que se sente como Dilma

A blogueira Yoani Sánchez comparou sua atual situação em Cuba à vivida pela presidente Dilma Rousseff durante a ditadura: "Vi a foto de Dilma jovem sentada no banco dos acusados, e eu me sinto assim mesmo, agora." Ela não consegue permissão do governo cubano para viajar. (Págs. 1 e 29)

Zuenir Ventura

Dissidentes cubanos dão a Dilma a chance de outro beau geste, depois do que fez com o Irã. (Págs. 1 e 7)

Remessas de lucros bateram recorde em 2011

Com a crise, as multinacionais instaladas no Brasil enviaram US$ 38 bilhões de lucros a suas matrizes no exterior em 2011. A cifra é a maior em 64 anos e representa um avanço de 25% frente a 2010. Os gastos de brasileiros lá fora também bateram recorde: US$ 21 bilhões. (Págs. 1 e 21)

No Sudeste, TJ do Rio é o que mais gasta com pessoal (Págs. 1 e 12)

Foi poda

O saguão do Aeroporto Tom Jobim às escuras após a pane em duas linhas de transmissão de Furnas, causada, segundo a empresa, por uma poda de árvores em Lídice, no Médio Paraíba. (Págs. 1 e 13)

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Folha de S. Paulo

Manchete: 90% apoiam internação involuntária de viciados

Datafolha revela ampla aprovação ao tratamento forçado de usuários de crack... Para 9 em cada 10 brasileiros, um adulto dependente de crack deve ser internado mesmo contra a vontade. Homens e mulheres, de todas as idades, têm praticamente a mesma opinião... O resultado é de pesquisa do Datafolha. O tema é polêmico desde o lançamento do plano federal de combate ao crack, em dezembro, e o início da ação policial na cracolândia paulistana. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Missão Haddad

De volta ao Palácio do Planalto, onde participou da posse de novos ministros, o ex-presidente Lula brinca com o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, que disputará a Prefeitura de São Paulo com o seu apoio (Págs. 1 e Poder A4)

Igor Gielow: Lula começa a etapa final de projeto de poder: conquistar SP

A saída de Fernando Haddad e a posse de Aloizio Mercadante marcaram mais do que uma transição no ministério. Transmutaram-se no primeiro ato público da pretensa etapa final do projeto lulista de hegemonia política: conquistar, enfim, São Paulo, capital e Estado... Mas a ausência de Marta Suplicy é reveladora do que espera Haddad. (Págs. 1 e Opinião A2)

Polícia infiltrou homens para tentar desarmar invasores de área

Além de mobilizar 2.000 policiais para a desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), a PM infiltrou homens para saber onde estavam as armas exibidas por um grupo... A megaoperação contrastou com a ausência de planejamento para abrigar as famílias retiradas. O município diz que os desabrigados terão de entrar na fila de espera por casa. (Págs. 1 e Cotidiano C4)

Justiça suspende liminar que dava a alunos acesso à redação do Enem (Págs. 1 e Cotidiano C9)

Circulação de jornais aumenta 3,5% em 2011, segundo o IVC (Págs. 1 e Mercado B4)

Dinheiro para emergentes será menor em 2012, alerta entidade

O fluxo de capitais para os mercados emergentes cairá 18% neste ano, para US$ 746 bilhões, segundo projeções do Instituto Internacional de Finanças, entidade que representa bancos e instituições financeiras... Na contramão, o Brasil deve registrar crescimento de pouco mais de 4% na entrada de investimentos. O instituto alerta que cresceu o risco de contaminação do sistema bancário. (Págs. 1 e Mundo A20)

Pessimismo à chinesa

Os empresários chineses, campeões mundiais de crescimento, foram contaminados pela desconfiança global, informa Clóvis Rossi. Só 51% de seus executivos dizem que registrarão faturamento maior. No ano passado, eram 72%. (Págs. 1 e Mundo A18)

Supermercados de SP param de dar sacolas hoje

A partir de hoje, supermercados paulistas não distribuirão mais gratuitamente as sacolinhas plásticas descartáveis. Como alternativa, venderão sacolas biodegradáveis (de amido de milho) por R$ 0,19 ou ecobags retornáveis. (Págs. 1 e Mercado B7)

Cidade mutante

São Paulo segue a vocação de se reconstruir, sempre e sem parar. (Págs. 1 e 2)

Antonio Prata

Feliz aniversário, minha querida e horrorosa cidade (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Dilma decide apertar controle de gastos extras do governo (Págs. 1 e Poder A8)

Saída de Sergio Gabrielli da Petrobras irrita cúpula do PT (Págs. 1 e Mercado B3)

Editoriais

Leia "Tensão no Golfo", sobre embargo europeu ao petróleo do Irã; e "Paradoxo na Petrobras", acerca de expectativas criadas por mudança na estatal. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Investimento no País cobre rombo recorde nas contas externas

Foram US$ 66,7 bi em aplicações produtivas ante US$ 52,6 bi de déficit em transações... Levantamento do Banco Central (BC) mostra que o Brasil recebeu, em 2011, o recorde de US$ 66,7 bilhões em investimentos produtivos. O valor superou em 48% os US$ 45 bilhões previstos originalmente pelo governo e cobriu o déficit de US$ 52,6 bilhões das transações do País com o resto do mundo, o maior desde 1947. Mesmo com a crise internacional, a entrada de recursos superou até mesmo períodos históricos, como nas privatizações ou em 2010, quando o Brasil deixou a crise anterior mais rapidamente que o restante do mundo. Em 2012, no entanto, o quadro não deve se repetir: o BC prevê que o investimento produtivo não será suficiente para cobrir o déficit. (Págs. 1 e Economia B1, B3e B4)

Recuo no emprego

No ano passado, segundo dados do Caged, foi criado 1,944 milhão de empregos, uma redução de 23,5% em relação à abertura recorde de vagas de 2010, que chegou a 2,543 milhões. (Págs. 1 e Economia B5)

Economia verde

Meta é diminuir impacto de produção e de locomoção. (Págs. 1 e Planeta)

Volta em grande estilo

Na primeira visita ao Planalto após iniciar o tratamento de câncer na laringe, o ex-presidente Lula prestigiou a despedida de Fernando Haddad do Ministério da Educação. O peso da cerimônia foi para não deixar dúvidas da disposição do PT de eleger Haddad prefeito de São Paulo. (Págs. 1 e Nacional A4)

Especial: São Paulo 458 anos

Na comemoração do aniversário da cidade, o Estado mostra as mudanças nas últimas décadas, “refotografando" personagens que estamparam as páginas do jornal nos mesmos locais da foto original. Assim, percebe-se a metamorfose da metrópole.

Renovação

Em 2004, aos 12 anos, Suelen Gomes viu sua casa ser destruída pelo fogo na Favela Buraco Quente, na Zona Sul. A família ergueu uma casa de alvenaria e hoje batalha para construir um futuro para a jovem e seu filho, Symon.

Crônica: A cidade que não se deixa capturar... Ignácio de Loyola Brandão

Mauricio deixou o Brasil em 1970 e desapareceu. Ele me ligou na sexta-feira, estava num hotel. Queria dar uma volta, como fazíamos nos bons tempos, mas tudo estava diferente. “Vou levar meses para recuperar a cidade”, disse. “Não que esteja ruim, mas é diferente. Sinto que precisamos redescobri-la a cada mês, a cada ano." (Págs. 1 e 11)

Peemedebista salva obra superfaturada

Operação comandada pelo grupo do líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, salvou a construção da Barragem Oiticica. superfaturada em R$ 33,2 milhões. A obra, que era do governo do Rio Grande do Norte, agora será controlada por apadrinhados de Alves no Dnocs. (Págs. 1 e Nacional A6)

"Falta de juiz" justifica altos salários no Rio

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, disse ontem à rádio Estadão ESPN que o número insuficiente de magistrados é uma das razões para os altos salários na corte. “Os juízes acumulam funções e trabalham dobrado", afirmou. (Págs. 1 e Nacional A8)

Gates: "Brasil tem de ajudar países pobres"

No Fórum Econômico Mundial, que começa hoje em Davos, o bilionário Bill Gates, criador da Microsoft, pedirá ao Brasil que assuma maior compromisso com as nações pobres. "O Brasil deve se envolver mais na ajuda externa e assumir posição de liderança”, disse ao Estado. (Págs. 1 e Economia B6)

Déficit de peritos trava trânsito

Apenas seis peritos criminais ficam de plantão para analisar os acidentes com vítimas em toda a cidade de São Paulo. O atraso na liberação das vias piora o trânsito. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)

Dora Kramer

Antes tarde... Dilma Rousseff anunciou que vai acompanhar “de perto" o que acontece. É a confissão de que o governo não vem cumprindo obrigações básicas. (Págs. 1 e Nacional A6)

Gilberto Kassab

A luta contra o crack... Há muito a fazer pelos químico-dependentes, vítimas de décadas de indefinições e infrutíferas querelas eleitoreiras, que em nada ajudam o Brasil. (Págs. 1 e Espaço Aberto. A2)

Roberto DaMatta

Emergências no Brasil... As emergências e os socorros passam numa primeira instância a "saber quem é a vítima" para, em seguida, dar-lhe atenção ou desamparo. (Págs. 1 e Caderno 2, D10)

Notas & Informações

No reino das boas intenções... Na primeira reunião ministerial de 2012, o governo viveu um esplendoroso dia de Poliana. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Apagou legal

Pane no site do GDF muda os prazos no Nota Legal: mais de 83 mil pessoas terão que refazer a indicação dos créditos... A Secretaria de Fazenda decidiu reformular a página do programa depois que um problema técnico tirou o sistema do ar, na segunda-feira. A escolha do imposto a ser abatido pelos créditos – IPVA ou IPTU - havia começado em 15 de janeiro, com 83.431 acessos. Só que esses contribuintes vão repetir todo o processo. Para isso, terão de 30 de janeiro a 29 de fevereiro. Segundo os técnicos do governo, os ajustes vão garantir mais segurança ao site e agilidade na navegação para os cerca de 400 mil brasilienses inscritos. (Págs. 1 e 19)

E a festa virou palanque...

Despedida de Haddad do Ministério da Educação conta até com a presença de Lula, que está em tratamento contra o câncer, e ganha ares de campanha. O ex-ministro, que no discurso procurou demonstrar intimidade com o ex-presidente, será candidato em São Paulo. (Págs. 1 e 3)

Dnocs sob domínio do líder do PMDB

De definição de projetos a nomeações que desagradem o governo, Henrique Eduardo Laves manda e desmanda no departamento. (Págs. 1 e 2)

Caso Duvanier: Versão de hospital é desmontada por vídeo

Imagens em poder da polícia mostram que a mulher de Duvanier Ferreira esteve no Santa Luzia na madrugada em que o secretário do Ministério do Planejamento morreu, após uma via-crúcis em busca de atendimento médico. A direção do centro informou que não havia registro da passagem deles pelo local. (Págs. 1 e 11)

Inflação ganha fôlego e assusta

Prévia do IPCA-15 mostra alta de 0,65% dos preços na primeira quinzena de janeiro. Consumidores já buscam alternativas para escapar dos produtos mais caros. (Págs. 1 e 8)

Silicone: ANS ameaça multar planos

Governo vai punir as operadoras de saúde que se recusarem a trocar as próteses mamárias com defeito. (Págs. 1 e 6)

Blitz: Alertas voltam às redes sociais

Perfis com os locais das barreiras estão novamente no ar. No DF, 10 mil motoristas foram pegos pela Lei Seca. (Págs. 1, 7 e 23)

Blogueira cubana tem fé em Dilma

Em entrevista ao Correio, Yoani Sánchez diz que espera ajuda da presidente brasileira para vir ao país. (Págs. 1 e 15)

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Valor Econômico

Manchete: Produtor banca safras recorde no Mato Grosso

Maior produtor de soja do país, o Mato Grosso nunca plantou tanto. Na safra que começou a ser colhida nos últimos dias, foram mais de 6,9 milhões de hectares - quase o tamanho da Irlanda. As expectativas convergem para uma produção igualmente recorde, acima de 22 milhões de toneladas, possivelmente com produtividade acima da média. A nova safra, a quinta consecutiva com aumento de produção, consolida a retomada sustentável do agronegócio mato-grossense após a crise da dívida na metade da última década.

A quebra de recordes na produção consolida também a maior independência dos grandes agricultores em relação aos empréstimos bancários, ao crédito oficial, progressivamente menor, e aos sucessores do Estado no financiamento aos produtores da região, as tradings. Segundo a Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso, a participação das empresas no funding da última safra foi de apenas 18% - em 2005, forneciam quase metade dos recursos. (Págs. 1 e B10)

Força a Haddad

Lula e Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, onde participaram da posse de Aloizio Mercadante na Educação: apoio ao ex-ministro Fernando Haddad na disputa pela prefeitura paulistana. (Págs. 1 e A6)

Transporte chega atrasado à Copa

A menos de 30 meses da Copa do Mundo de 2014, o atraso na preparação do sistema de transporte das 12 cidades-sedes está perto de se tornar irreversível. Pelo menos 19 obras de mobilidade urbana que deveriam ter avançado entre setembro de 2011 e janeiro de 2012, como previa o último balanço divulgado pelo governo federal, tiveram o cronograma descumprido.

O retrato do atraso pode ser visto na liberação de apenas R$ 194 milhões dos R$ 5,3 bilhões em empréstimos solicitados por Estados e municípios à Caixa Econômica Federal, maior agente financeiro dos empreendimentos de mobilidade. A maioria deles foi contratada entre julho e dezembro de 2010, mas a baixa qualidade dos projetos é a principal causa para que o desembolso seja inferior a 4% do total planejado. (Págs. 1 e A12)

Cai o volume de derivativos na BM&F

Pela primeira vez desde 2004, o mercado brasileiro de derivativos encolheu no início de ano. Os investidores apresentam uma exposição menor do que no começo de 2011 em contratos de juros, câmbio, índices e commodities negociados na BM&F. Mudanças na tributação, com a introdução do IOF sobre posições "vendidas" (apostando na baixa) em dólar, o aumento da volatilidade decorrente da crise internacional e a guinada na condução da política monetária em meados do ano passado explicam o movimento, segundo especialistas. Dados compilados pelo Valor, com colaboração de Paulo Fraletti, professor da FGV e do Insper, mostram que 2012 começa com uma exposição estimada em R$ 2,66 trilhões em contratos futuros na BM&F, em comparação aos R$ 3,14 trilhões do início de 2011. (Págs. 1 e C2)

Audiências agora são filmadas

Na Justiça de Santa Catarina praticamente não existe mais papel. Há equipamentos de filmagem em todas as varas do Estado e as sessões, depois que passaram a ser gravadas, são mais curtas. Para o juiz João Alexandre Dobrowolski, do grupo de trabalho do processo eletrônico do TJ-SC, a principal vantagem do sistema é o ganho de produtividade.

Santa Catarina talvez seja o Estado onde o processo de gravação das audiências esteja mais avançado, mas não é o único. Balanço parcial realizado pelo Conselho Nacional de Justiça, a pedido do Valor, aponta que 42 dos 91 tribunais do país já instalaram o sistema em ao menos uma vara. O depoimento dos juízes mostra que as audiências se tornaram mais ágeis, já que não é mais preciso ditar todo o texto ao escrivão. (Págs. 1 e E1)

Pessimismo é maior entre os brasileiros

Executivos brasileiros estão mais pessimistas que a média mundial a respeito da evolução da economia global. Apenas 5% deles esperam que o cenário externo melhore nos próximos 12 meses, em comparação com 15% na média global. A PricewaterhouseCoopers (PwC) divulgou ontem, em Davos, sua pesquisa anual com CEOs mundiais, que envolveu 1.258 empresas em 60 países. O Valor teve acesso às opiniões dos 43 brasileiros que participaram do levantamento.

Para o presidente da PwC Brasil, Fernando Alves, os executivos entendem que o país não está dissociado do mundo. "O Brasil acreditou que estava distanciado da crise, mas o aprofundamento da recessão na Europa nos faz revisitar as coisas, porque impacta tanto a economia chinesa como a americana". (Págs. 1 e A4)

Fraude virtual prospera no Norte e Nordeste

Estados do Norte e Nordeste são os que registram proporcionalmente o maior número de fraudes nas compras eletrônicas, apesar do menor número de pessoas com acesso à internet. Ceará, Bahia, Alagoas, Rio Grande do Norte e Pará chegam a detectar fraudes em 15% das transações, segundo levantamento da empresa de autenticação de compras eletrônicas ClearSale. Em São Paulo e no Rio, os índices são de 4% e 3%, respectivamente.

"Acreditamos que muitas pessoas fraudadas nesses Estados são apenas laranjas", diz Rafael Lourenço, gerente de inteligência da ClearSale. Nas regiões Norte e Nordeste, de menor renda per capita, haveria maior incidência de pessoas que vendem seus próprios dados de cartão de crédito para grupos de fraudadores em troca de uma recompensa financeira irrisória. Quando recebem a fatura, esses consumidores alegam que não fizeram a compra e solicitam o estorno do valor cobrado na fatura. O prejuízo fica para o site de comércio eletrônico, que é obrigado a ressarcir o banco do cliente. (Págs. 1 e B1)

Demarcação de terras aumenta tensão entre brasiguaios e sem-terra no Paraguai (Págs. 1 e A9)

O fim de uma era para as exportações do Japão (Págs. 1 e B7)

Eurocopter vai transformar a Helibras em plataforma mundial, diz Bertling (Págs. 1 e B1)

Barreiras aos importados

Fabricantes de instrumentos musicais e de peças para motocicletas reuniram-se ontem com autoridades do governo, em Brasília, para reivindicar medidas de proteção contra a concorrência dos importados. (Págs. 1 e A4)

CiaoHub fará tablets no ES

A CiaoHub, associação da empresa americana Ciao Telecom com a sino-americana SinoHub, negocia com o governo de Vila Velha (ES) a construção de uma fábrica de tablets e celulares no município. (Págs. 1 e B2)

Ceagesp bate recordes

Maior entreposto de alimentos da América Latina, a unidade da Ceagesp na capital paulista movimentou o volume recorde de 3,2 milhões de toneladas de produtos em 2011. A receita, também inédita, superou os R$ 5 bilhões. (Págs. 1 e B9)

Recordes nas contas externas

O Brasil pagou a investidores estrangeiros volume recorde US$ 39,9 bilhões em lucros e dividendos no ano passado. O investimento estrangeiro direto (IED) também foi recorde, de US$ 66,6 bilhões. (Págs. 1 e C1)

Brasil mantém atratividade

O Instituto de Finanças Internacionais (IIF) estima que o fluxo de capitais privados para os países emergentes deve diminuir 18% neste ano. O Brasil, no entanto, será exceção e devera receber um montante 4% maior, superior a US$ 142 bilhões. (Págs. 1 e C8)

Mudança no Tesouro Direto

A partir de junho, o Tesouro Direto - sistema de negociação de títulos públicos pela internet - passará a oferecer uma série de facilidades ao investidor. Uma das principais mudanças é a alteração dos valores para aplicação. (Págs. 1 e D1)

Brasil Travel na bolsa

Depois da Seabras, ontem foi a vez da holding de turismo Brasil Travel detalhar sua operação para entrada na bolsa. A oferta, destinada a investidores qualificados, poderá movimentar até R$ 1 ,4 bilhão. (Págs. 1 e D3)

São Paulo

A consultoria Accenture calcula que a exposição decorrente da Copa do Mundo poderá render R$ 9,2 bilhões à atividade turística de São Paulo até 2020. Mas, para isso, a cidade terá que superar dificuldades históricas nas áreas de segurança, limpeza e mobilidade urbana. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Ideias

Martin Wolf... Aqueles que agem no sistema de mercado não têm nenhum incentivo para disponibilizar o bem ou evitar o mal. (Págs. 1 e A11)

Ideias

José Luís Fiori... A política econômica, entregue a si mesma, é cega e incapaz de alcançar seus próprios objetivos. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Motos fora de controle

Motociclistas andam em alta velocidade, driblam os radares e quase não são autuados pela fiscalização... Eles passam a toda nas lombadas eletrônicas, que só fotografam as placas da frente, inexistentes nas motocicletas. E têm meios de escapar dos radares, desviando da área de registro, ou tapando a placa com a mão, como fez o motoboy na Avenida Antônio Carlos. O resultado é que, embora as motos já sejam 13% da frota, respondem apenas por 8,7% das ocorrências que geraram suspensão de carteira no ano passado. Em contrapartida, estão envolvidas em 50,4% dos acidentes com vítimas atendidos no HPS. (Págs. 1 e 19)

Lula lá no Planalto...e de olho em São Paulo

Ao lado de Dilma e de Sarney, o ex-presidente Lula fez questão de participar da cerimônia de despedida de Fernando Haddad do Ministério da Educação, no qual será substituído por Aloizio Mercadante. Haddad é a aposta do PT para tentar recuperar a prefeitura da maior cidade do Brasil, à qual se tornou candidato graças ao apoio de Lula, de quem foi ministro por cinco anos. E o clima de campanha imperou numa das mais concorridas solenidades no Palácio do Planalto. (Págs. 1 e 3)

Vereadores: Câmara vai pagar mais dois salários

A convocação de suplentes para o lugar de dois parlamentares afastados pela Justiça sem perder os vencimentos obrigará o Legislativo de BH a pagar 43 salários por mês, em vez de 41. Segundo um aliado do prefeito Marcio Lacerda, ele deve sancionar hoje ou amanhã lei que cria 12 cargos sem concurso para organizar eventos na Casa. (Págs. 1, 6 e 7)

Em alta: Grande BH entre as que mais cresceram no mundo

Região metropolitana teve melhor desempenho econômico do Brasil e aparece em 28º lugar em ranking internacional. (Págs. 1 e 12)

Gasto dos brasileiros no exterior bate recorde (Págs. 1, 14 e Editorial, 10)

Mortes no Peru: Seis meses de angústia e mistério

Famílias do engenheiro mineiro e do geólogo paulista mortos na Amazônia peruana, onde faziam trabalho de pesquisa para construção de hidrelétrica, querem prorrogar investigações. Suspeitos continuam soltos e causa dos óbitos ainda não foi confirmada. (Págs. 1 e 21)

Silicone defeituoso: Anvisa multará plano que se recusar a trocar prótese (Págs. 1 e 9)

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Jornal do Commercio

Manchete: Sete assaltos a banco em menos de um mês

Estado acumulou em 24 dias quase a metade do número de investidas ocorridas em todo o ano passado. Ontem, alvo dos ladrões foi a agência do Santander do Arruda, Zona Norte do Recife. (Págs. 1 e Cidades 1)

Enterro de taxista se transforma em protesto contra a violência

Amigos de seu Lucas, que trabalhava com um fusquinha laranja e foi assassinado com 17 facadas na noite do último domingo, no Recife, fizeram pequena carreata no Centro da capital com um caixão simbólico, após o funeral do motorista no Cemitério de Santo Amaro. (Págs. 1 e Cidades 3)

Coletes à prova de bala vencidos

PM estava trabalhando com equipamentos defasados desde dezembro. SDS promete comprar novos. (Págs. 1 e Cidades 2)

RMR liderou criação de empregos em 2011

Grande Recife foi a região metropolitana do Brasil com melhor desempenho, com geração de mais de 66 mil novos postos, segundo dados do Ministério do Trabalho. (Págs. 1 e Economia 5)

Fera do Enem perde direito de ver provas

Tribunal Regional Federal da 5ª Região cassa liminar que dava acesso ao exame de 2011 a todos os candidatos. (Págs. 1 e 6)

Lixo hospitalar do Agreste será incinerado

Hoje começa a ser queimados resíduos encontrados no polo de confecções. Ao todo, 50 toneladas foram apreendidas. (Págs. 1 e Economia 3)

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Zero Hora

Manchete: Custo de estacionar no Centro varia 180%

Levantamento em 25 garagens nas ruas centrais de Porto Alegre mostra disparidades no valor cobrado de motoristas. (Págs. 1 e 46)

Em campanha: Obama tenta reconquistar americanos

Na fala anual ao Congresso, presidente dos EUA presta contas e lança candidatura à reeleição. (Págs. 1 e 24)

Susto no ar: Emergência interrompe voo Paris-Rio

Avião teve de retornar a aeroporto francês, e ninguém se feriu. (Págs. 1 e 30)

Refugiado no fórum

Ex-ativista pivô de crise diplomática entre Brasil e Itália, Cesare Battisti passeia pela Capital e agradece apoio de Tarso. (Págs. 1 e 6)

Alívio na seca: Chuva ameniza perdas na soja

Precipitações, ainda abaixo da média, trazem alento. (Págs. 1 e 36 a 38)

Sob neve cerrada: Davos encara protestos globais

Movimento inspirado no Ocupem Wall Street ronda Alpes Suíços. (Págs. 1, 4 e 5)

Recuperados - Meninos condenados

Conheça a história dos dois jovens que se salvaram entre 162 ex-internos da Febem (Págs. 1 e 41 a 43)

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Brasil Econômico

Manchete: Metrô do Rio e Supervia preparam fusão de operações e das empresas

As concessionárias que operam os serviços de metrô e de trem na região metropolitana do Rio de Janeiro já iniciaram o processo de fusão de suas operações e pretendem também fazer a união das empresas, controladas por Invepar e Odebrecht. De olho na Copa, o governo Cabral apoia. (Págs. 1 e 24)

IPO da rede de farmácias Pague Menos sai até maio

Francisco Deusmar Queirós vai abrir o capital de sua empresa, a maior do setor no Nordeste. (Págs. 1 e 34)

Novo fabricante de smartphones chega ao país

A americana CiaoHub vai investir R$ 50 mi em Vila Velha (ES) para produzir celulares e tablets. (Págs. 1 e 27)

Zona do Euro vai exigir “acordo por escrito” da Grécia

Países da região querem que os partidos gregos se comprometam com reformas econômicas. (Págs. 1 e 38)

Por Haddad, Lula volta ao Palácio

O ex-presidente foi a grande atração da concorrida posse de Aloizio Mercadante no Ministério da Educação. Foi uma demonstração de prestígio para Fernando Haddad, que saiu do governo para disputar a prefeitura de São Paulo, e tem Lula como padrinho. Cercado, agarrado e fotografado, o ex-presidente estava em casa no Palácio de Dilma. (Págs. 1 e 16)

Ti-ti-ti na Sapucaí

O clã Sarney, governadora Roseana à frente,vai cair no samba na Beija-Flor patrocinada pelo Maranhão. (Págs. 1 e 3)

São Paulo, 458 anos

A força do espírito empreendedor ainda ronda sob a garoa do principal centro financeiro, comercial e industrial da América Latina. (Págs. 1 e 4)

Avesso do avesso... A capital paulista ainda é dona do maior PIB industrial brasileiro. (Págs. 1 e 6)

No meio de olhares... Porto Seguro desafia a Cracolândia e mantém sua sede no centro da cidade. (Págs. 1 e 8)

A força da grana... Volume de negócios a credencia a ser o motor das finanças mundiais. (Págs. 1 e 10)

Emprego acende sinal amarelo para o crescimento

Os números do Caged vieram abaixo do esperado e abriram discussão sobre a retomada. O governo espera PIB de 4%, mas o FMI prevê 3% em 2012. (Págs. 1 e 14)

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