NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA NO MUNDO...

Nós fazemos a diferença no mundo
"Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo." (Paulo Coelho)

Na qualidade de Cidadão, afirmamos que deveríamos combater o analfabetismo político, com a mesma veemência que deveria ser combatido o analfabetismo oficioso no Brasil. Pois a politicagem ganha força por colocarmos poder de importantes decisões nas mãos de quem não se importa com o que irá decidir.
Concordo com Bertolt Brecht, quando afirma que: "O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos”. Ele não sabe o custo de vida, nem que o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato, saneamento, mobilidade urbana, e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. “Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce à prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”

sábado, 29 de setembro de 2012

A “Família Esperança”…

A “Determinação” é uma das filhas mais velhas que compõe uma célula da sociedade das virtudes bem instruída e lutadora denominada “Família Esperança”, sendo que suas irmãs são, a caçula, a “Dedicação” e a do “meio”, a “Disciplina” e tendo como mãe a “Coragem” e o “Equilíbrio” como pai. Daí, ser uma verdadeira família guerreira no quesito de “enfrentar e superar a realidade” politiqueira instalada.
A “determinação” é uma jovem eivada com a brandura de menina, porém juntas com a “disciplina”, empenham-se por fortalecer a virtude da cidadania perante as irresponsabilidades partidárias com um brado retumbante de guerreira lutadoras das causas sociais.

Hoje está família está em bastante evidência em tudo aquilo que a vontade humana e “política” possam se empenhar. São as linhas de frente do “front” que possibilitam sobressair dos pantanosos “jogos de interesses” que compõe a sociedade organizada e a gestão pública.

Sem elas, e com sintonia fina de sua prima próxima, a “Perseverança”, de nada adiantaria a força de vontade popular frente aos inevitáveis atropelos que acometem as suas boas iniciativas de reforma e reestruturação que precisam ser colocadas em prática em nosso estado.

Daí que, determinação significa estar um passo adiante do inusitado, com os olhos voltados além de um problema eventual e disposto a superar o limite.

Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo.

Disciplina significa instruir, educar treinar, dando ideia de modelagem total de caráter.

Estas condições do ser em si precisam estar harmonizadas e focadas naquilo que realmente precisa ser mudado. Daí a força da “Família Esperança” está exatamente na condição de se manter atuante e reaprendendo, sempre, as lições que o “inusitado” sempre a espreita lhe acometem.

O sentido de união que esta sábia e lutadora família institui reflete em muitas das nossas atividades cidadãs os feitos desempenhadas pelo “espaço social” a fora, principalmente nos momentos em que nossos “timoneiros públicos” nos deixam a deriva sob uma tempestade de ingerências, inaptidões técnicas e corrupções que sentenciam a população fluminense a exclusão e à humilhação nacional e internacional.

É sábio e prudente estarmos aprendendo e reciclando este saber sob a ótica da “política da boa vizinhança” e do apaziguamento das diferenças intermunicipais, só que isto tudo também tem um tempo de tolerância. E a Família Esperança, acredito, já está perdendo a sua.

Ao que se sabe, as perguntas sobre a frágil “Governabilidade” já se amplifica nos quatros cantos não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, isto representa uma “Sinal Amarelo” para a administração pública que, ao que aparece, se estabilizou no meio deste “olho do furacão” de críticas e questionamentos, onde a mesma se “acomodou”.

Portanto, a Família Esperança precisa rever suas estratégias e planos de ações para que provoque mobilização dos “politiqueiros de plantão” no sentido de retirar o poder público de seu imobilismo político e retome à sua função de Estado que é promover o bem comum com determinação (efetividade), dedicação (eficiência) e disciplina (efetividade).

Por: Allan Marcio

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