NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA NO MUNDO...

Nós fazemos a diferença no mundo
"Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo." (Paulo Coelho)

Na qualidade de Cidadão, afirmamos que deveríamos combater o analfabetismo político, com a mesma veemência que deveria ser combatido o analfabetismo oficioso no Brasil. Pois a politicagem ganha força por colocarmos poder de importantes decisões nas mãos de quem não se importa com o que irá decidir.
Concordo com Bertolt Brecht, quando afirma que: "O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos”. Ele não sabe o custo de vida, nem que o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato, saneamento, mobilidade urbana, e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. “Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce à prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

TCU determina que Petrobras peça devolução de R$ 76,5 milhões a construtoras

DIMMI AMORA DE BRASÍLIA
O TCU (Tribunal de Contas da União) determinou hoje que a Petrobras peça a devolução de R$ 76,5 milhões das obras de terraplenagem do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), a maior refinaria em construção de estatal.

De acordo com o TCU, a indenização às empresas construtoras por dias parados por chuva estava com metodologia errada, incluindo lucro indevido e uma tabela superfaturada.

Segundo os técnicos do Tribunal, a Petrobras assinou um contrato de R$ 819 milhões com o vencedor da licitação, onde previa pagar R$ 130 milhões de indenização por dias parados. Mas, com metade da obra realizada, a estatal já tinha pago R$ 400 milhões somente desta indenização, quase três vezes mais que o programado.

Ainda segundo os técnicos, não houve chuvas excepcionais na região e a estatal chegou a pagar indenização em períodos em que não ocorreram chuvas por quase 12 dias. Os técnicos queriam a devolução de todo o dinheiro pago de indenização de chuvas.

Mas o relator do processo, ministro Augusto Nardes, aceitou os argumentos da Petrobras e entendeu que este tipo de indenização é válida e que o volume de chuvas medido pela empresa justificaria os pagamentos.

Entretanto, segundo ele, a Petrobras mudou a metodologia de pagamento desta indenização. Como a primeira metodologia se mostrou antieconômica, o dinheiro pago a mais neste primeiro período deve ser ressarcido. Além disso, 5% de tudo o que foi pago é uma taxa de lucro que é indevida, segundo o TCU.

Em nota, a empresa informou que "ainda não foi notificada da decisão do TCU. Esta decisão não é definitiva e ainda depende da decisão final do Tribunal sobre o tema. A Petrobras sempre buscou, através da negociação, melhores condições em relação à cláusula de chuvas, que resultaram em condições contratuais mais econômicas e vantajosas para a Companhia."

Endereço da página: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/832235-tcu-determina-que-petrobras-peca-devolucao-de-r-765-milhoes-a-construtoras.shtml

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