NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA NO MUNDO...

Nós fazemos a diferença no mundo
"Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo." (Paulo Coelho)

Na qualidade de Cidadão, afirmamos que deveríamos combater o analfabetismo político, com a mesma veemência que deveria ser combatido o analfabetismo oficioso no Brasil. Pois a politicagem ganha força por colocarmos poder de importantes decisões nas mãos de quem não se importa com o que irá decidir.
Concordo com Bertolt Brecht, quando afirma que: "O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos”. Ele não sabe o custo de vida, nem que o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato, saneamento, mobilidade urbana, e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. “Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce à prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Leia aqui e sorria você votou neles... Sinopse dos principais jornais do país em 09 de janeiro de 2012

O Globo
Manchete: Águas de janeiro - De 75 pontes previstas para a Serra, só uma foi construída
União destinou R$ 79 milhões, mas Estado alega que natureza prejudicou obras... Um ano depois da maior tragédia climática do país, que atingiu a Região Serrana, o governo do estado só reconstruiu uma das 75 pontes previstas para dez cidades do interior fluminense. Mesmo assim, ela funciona em meia pista porque a construção, em Bom Jardim, não foi totalmente concluída. O estado recebeu da União R$ 79,5 milhões para as obras, mas o vice-governador alega que o atraso foi porque as enxurradas mudaram as margens dos rios e o volume d'água sob as pontes. Técnicos do governo federal apontaram irregularidades nos projetos. A situação piorou em Cardoso Moreira, onde um dique se rompeu ontem e, no sábado, uma queda de barreira praticamente isolou a cidade. (Págs. 1, 11 e 12)
Plano antienchente sai hoje
Depois de uma semana de chuva e pelo menos 12 mortes, cinco ministros apresentam hoje a Dilma um plano para minimizar efeitos das enchentes no Sudeste e da estiagem no Sul. O ministro Fernando Bezerra vai também se explicar sobre denúncias de favorecimento. Em Minas, voltou a chover. (Págs. 1 e 5)
Parte da estrada MG-20 destruída pela chuva de ontem: em Minas, as enchentes mataram 12 pessoas e levaram 103 cidades a decretar estado de emergência.
Alemanha e França: ação contra crise
Merkel e Sarkozy vão propor medidas para a Europa voltar a crescer e reduzir desemprego... Em encontro hoje, em Berlim, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, vão propor novas medidas para a Europa enfrentar a crise econômica, incluindo a disciplina orçamentária e a redução da dívida na zona do euro. O objetivo das medidas é reativar o crescimento e diminuir o desemprego entre os jovens, permitindo maior mobilidade dos trabalhadores entre os países. O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, disse que vetará um imposto europeu sobre transações financeiras, a menos que a medida seja adotada globalmente, aprofundando o confronto com Alemanha e França. (Págs. 1 e 17)
Reforma penal prevê tornar crime jogo do bicho
A Comissão Especial criada no Senado já definiu as principais propostas para a maior reforma a ser realizada no Código Penal. Entre elas, criminalizar o jogo do bicho, que hoje é considerado contravenção, tipificar o crime de terrorismo e aumentar a pena a ser cumprida em casos de crimes hediondos. Outra recomendação é aumentar as alternativas para o aborto legal. (Págs. 1 e 3)
Petrobras tem 2ª pior perda global na Bolsa
Com a crise, a Petrobras registrou no ano passado a segunda maior perda de valor de mercado do mundo: US$ 72 bilhões. Caiu duas posições, para 5º lugar, entre as maiores petroleiras. Analistas se dividem sobre a recuperação das ações este ano. (Págs. 1 e 19)
Afastado do Brasil e isolado, Irã busca novos aliados latinos (Págs. 1 e 20)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Crescem acidentes rumo ao trabalho
Despesas com a Previdência com ocorrências no trajeto de ida ou volta para casa aumentaram 37% entre 2009 e 2011... A despesa da Previdência com os chamados acidentes de trajeto - aqueles sofridos a caminho do emprego ou na volta para casa - subiu 37% entre 2009 e 2011... O valor saltou de R$ 850 milhões para R$ l,16 bilhão, segundo a projeção do Ministério da Previdência Social, informam Érica Fraga e Paulo Muzzolon. (Págs. 1 e Mercado B1)
PM dispersa usuários de crack com tiros e bomba
O primeiro fim de semana de ocupação da cracolândia, pela Polícia Militar foi marcado por correria, bombas de efeito moral e tiros de balas de borracha, entre a noite de sábado e a madrugada de ontem, na região central da cidade de São Paulo... A polícia informou que agiu assim porque os usuários de crack se negavam a liberar o trânsito na região. Apesar da ação da PM, ontem à tarde os usuários haviam retornado. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Vinícius Mota
É mais humano levar à força pessoa que perdeu senso da realidade que deixá-la definhar. (Págs. 1 e A2)
Policial militar atira com bala de borracha contra cerca de cem usuários de crack na rua dos Gusmões, no centro de São Paulo, na noite de sábado
Crise nos EUA traz de volta emigrantes de cidade de MG
Longe do sucesso dos que emigraram nas décadas passadas, antes da crise econômica, brasileiros que moravam ilegalmente nos EUA retornam sem conseguir "fazer a América"... A Folha esteve em Governador Valadares (MG) e ouviu relatos de quem voltou agora sem nenhuma economia e com dificuldades em encontrar emprego. (Págs. 1 e Cotidiano C4)
Ministro é réu por ter comprado área duas vezes
O ministro da Integração, Fernando Bezerra (PSB), usou recursos públicos para comprar o mesmo terreno duas vezes como prefeito de Petrolina, em 1996 e 2001. O Ministério Público de Pernambuco entrou com ação em 2003, por improbidade... O ministro diz ter cometido "erro", mas que isso ocorreu porque o sucessor não registrou a compra. (Págs. 1 e Poder A4)
Entrevista da 2ª: William R. Rhodes
Europeus não aprenderam as lições dos países latinos... O executivo do Citibank William R. Rhodes, que nos anos 80 ajudou a renegociar a dívida externa brasileira, afirma que os países em crise na Europa "não quiseram aprender as lições" postas em prática pelos latino-americanos nos anos 80 e 90... Rhodes diz que os europeus erraram ao subestimar o contágio. "Você deve olhar para as características de cada país, causas, cultura, história e política”. (Págs. 1 e A12)
21% dos congressistas querem trocar cadeira por prefeitura (Págs. 1 e Poder A6)
Ronaldo Lemos
Entre os Brics, o Brasil é o único que mantém a internet livre. (Págs. 1 e E4)
Maria Inês Dolci
Faculdade deve restituir taxa de matrícula que aluno cancelar. (Págs. 1 e B6)
Editoriais
Leia "Roteiro antiquado", sobre censura chinesa a produtos da indústria cultural na TV, e "Vento favorável", acerca da vinda de títulos do governo. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Escassez de imóveis para alugar é a maior em 10 anos
Falta atinge setores residencial e comercial; procura faz aluguel de escritórios no Rio fica mais caro que em NY... A forte procura por imóveis residenciais e comerciais para alugar fez a taxa de vacância recuar em 2011 para o menor nível dos últimos dez anos, e o valor do aluguel explodiu, mostram empresas do setor. Os imóveis residenciais mais procurados são apartamentos de um e dois dormitórios, cujos alugueis subiram quase 20%. No segmento comercial, áreas para escritórios no Itaim, em São Paulo, e no Leblon, Rio de Janeiro, são as mais cobiçadas. Pesquisa indica que a aluguel do metro quadrado de escritório no Rio chegou a US$ 69,40, ante US$ 62,60 em Nova York. O terceiro lugar desse ranking das regiões com aluguel comercial mais alto, à frente de Washington, também é ocupado pelo Brasil, mas pelo polo de escritórios de São Paulo, onde o metro quadrado está em US$ 60,30. (Págs. 1 e Economia B1)
4,2% foi a taxa média de vacância de escritórios em São Paulo no terceiro trimestre de 2011. No Rio, ficou em 3,1%.
Pressionado, Bezerra dirá a Dilma que quer ficar no cargo
O ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração) dirá a Dilma Rousseff, se a presidente questioná-lo, que prefere ficar no cargo a se candidatar a prefeito do Recife, relata Marta Salomon. Bezerra, que favoreceu Pernambuco com verbas antienchente, não acredita que será demitido - o governador Eduardo Campos (PSB-PE), aliado do Planalto, é seu padrinho político. (Págs. 1 e Nacional A4)
Redação da Fuvest tem tema político
Em faculdade na Vila Leopoldina, candidatos aguardam a segunda fase da Fuvest, cuja redação, considerada difícil por vários estudantes, teve como tema a participação dos cidadãos na política - a prova perguntava se essa participação era 'indispensável' ou 'superada'. (Págs. 1 e Vida A12)
PM escolta 'procissão do crack'
Com o tráfico a todo vapor, restou a Polícia Militar, no primeiro fim de semana após a ocupação da cracolândia, escoltar pelas ruas do centro de São Paulo grupos de até cem pessoas, numa “procissão do crack", relata o repórter William Cardoso. Em alguns momentos de “folga" na caminhada forçada imposta pela polícia, os grupos paravam para acender os cachimbos e voltavam a andar, sem destino. “A gente só vai enxugar gelo”, admitiu um policial, que, como outros colegas, demonstrava cansaço. (Págs. 1 e Cidades C1)
EUA responderão 'com força' ao Irã (Págs. 1 e Internacional A9)
Guia de diabete tenta evitar amputações (Págs. 1 e Vida A10)
Shlomo Ben-Ami
Os danos da guerra... A retirada dos EUA do Iraque, numa grave crise da frágil ordem política do país árabe, encerra um capítulo trágico da história americana. (Págs. 1 e Visão Global A8)
Notas & Informações
Diversificar as exportações... O Brasil vem perdendo espaço nas exportações de produtos manufaturados. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Megassalários dividem o governo
O pagamento de contracheques a servidores do primeiro e segundo escalões acima do limite constitucional, graças à participação em conselhos administrativos e fiscais de empresas estatais e privadas, tem encontrado oposição dentro do próprio Executivo. Quando era senadora, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, casada com o ministro Paulo Bernardo, um dos beneficiados com os supersalários, apresentou projeto de lei relacionando as remunerações que não podem ultrapassar o teto, entre elas os jetons. Ontem ela reafirmou sua posição. (Págs. 1 e 7)
Sob pressão: Dia D para Bezerra no Planalto
Ao lado de outros quatro ministros, o chefe da pasta de Integração Nacional se reúne com Dilma Rousseff para discutir planos contra os estragos provocados pelas chuvas. É o primeiro encontro com a presidente após as denúncias que tiraram o irmão dele da presidência interina da Codevasf. (Págs. 1, 3 e 5)
Cobiça pelos ministérios
Além de brigar pela indicação dos ministros na reforma que Dilma fará nas próximas semanas, partidos disputam a verba para investimentos. São R$ 63 bilhões em jogo. (Págs. 1 e 2)
Anvisa não tem estatísticas sobre silicone (Págs. 1 e 6)
A favelização no Distrito Federal
Levantamento do IBGE mostra que a capital tem hoje 36 loteamentos de baixa renda, onde mais de 133 mil pessoas vivem sem os serviços básicos de infraestrutura. (Págs. 1, 17 e 18)
Mercado ainda discrimina as mulheres
Há 16 anos, Maria Helena faz bicos para sustentar a família. Ela é sempre preterida nas seleções de trabalho. Especialistas confirmam o preconceito dos empregadores com a mão de obra feminina. (Págs. 1 e 22)
Irã em alta tensão
O presidente Ahmadinejad chegou ontem a Venezuela. Além da crise internacional, ele trava disputa interna com o aiatolá Ali Khamenei. (Págs. 1 e 12)
Internet é aliada de cliente insatisfeito (Págs. 1 e 24)
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Valor Econômico
Manchete: Fusões batem recorde no setor de educação
O movimento de fusões e aquisições no setor de ensino privado bateu recorde no ano passado. Só as operações - cerca de 20 - realizadas por quatro empresas de capital aberto movimentaram R$ 2,4 bilhões. No total, ocorreram 27 transações, mas não há dados precisos sobre as que envolveram instituições menores e de capital fechado. Nunca houve um valor tão alto no país, pelo menos desde 2007, quando os grandes grupos de ensino começaram a abrir seu capital e passaram a tornar públicas suas contas. Em 2012, o setor deve continuar registrando negócios, porque existe ainda espaço para consolidação no ensino fundamental e médio, afirma Luís Motta, sócio da KPMG.
O valor recorde de transações foi puxado pela mineira Kroton, que comprou por R$ 1,3 bilhão a Universidade do Norte do Paraná (Unopar), líder no segmento de ensino a distância. Essa foi a maior operação já fechada no setor de educação no país. Outro grande negócio foi a compra da Uniban, de São Paulo, pela Anhanguera, por R$ 510 milhões. A Anhanguera é o maior grupo de ensino do país, com 292 mil alunos. A Kroton, vice-líder, tem 264 mil. O mercado nacional de educação superior tem 5,3 milhões de alunos, sendo 75% em faculdades particulares. A movimentação no setor também foi motivada pela retomada dos investimentos da britânica Pearson e da brasileira Abril Educação. (Págs. 1, B6 e A2)
Panos da Novartis
A Novartis planeja construir fábrica de vacinas em Pernambuco, transferir tecnologia e reforçar a pesquisa de produtos para doenças tropicais, diz Joe Jimenez, CEO global da empresa suíça. (Págs. 1 e B1)
Dúvidas sobre retomada americana
Os bons indicadores econômicos divulgados nos últimos dias não formam ainda um cenário consistente de recuperação da economia americana. Essa é a avaliação de analistas consultados pelo Valor sobre a redução da taxa de desemprego e a melhora da produção industrial, entre outros dados que surpreenderam favoravelmente.
Houve quem considerasse esses resultados razão suficiente para a previsão de que os EUA estariam entrando numa trajetória mais firme de recuperação. Mas os avanços são bastante frágeis e modestos, ante os estragos causados pela grande recessão, e a economia americana segue vulnerável à crise da zona do euro. (Págs. 1 e A10)
Justiça aceita contratos que ignoram CLT
Com as mudanças nas relações de emprego nas últimas décadas, o Judiciário começa a aceitar novas formas de contrato fora da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Decisões recentes rejeitaram o vínculo de emprego para alguns executivos, médicos, advogados e professores, dependendo do tipo de relação que mantinham com a organização que os contratou, em uma espécie de “flexibilização" das normas trabalhistas. Dois critérios considerados pela Justiça nessas decisões foram o grau de instrução do profissional e sua remuneração. Quando a atividade envolve conhecimento intelectual especializado e autonomia, os tribunais vêm considerando que não há desvantagem para o trabalhador na negociação do próprio contrato. (Págs. 1 e E1)
Taxa de investimento deve ter expansão modesta neste ano
O Brasil não deve contar com um grande salto nos investimentos em 2012, medido pelo critério da formação bruta de capital fixo (que considera os gastos na construção civil, máquinas e equipamentos). Depois de ter crescido mais de 21% em 2010, o índice decepcionou no ano passado - o dado oficial ainda não foi divulgado, mas a expansão deve ter ficado entre 4% e 5%. Agora, mesmos os mais otimistas não esperam mais do que 8%. A maioria das projeções indica algo entre 4,5% e 6,5%.
A queda dos juros reais e a aposta na aceleração dos investimentos da União e nas obras da Copa do Mundo e Olimpíada são pontos positivos. Na contramão, os riscos vêm do cenário externo, que abala a confiança dos empresários, e a situação delicada da indústria de transformação. (Págs. 1 e A6)
Congresso e STF disputam seus limites
O Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) devem ampliar em 2012 a discussão, já bastante conflituosa, sobre os limites de cada Poder. Isso virá à tona não só no debate sobre os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em que parte do Judiciário deseja impor limites ao órgão, enquanto o Legislativo é favorável à sua liberdade de atuação. Também serão expostas as divergências quanto à falta de cumprimento pela Câmara dos Deputados e pelo Senado das determinações do STF para que aprovem leis de sua competência exclusiva, como a legislação de greve para o setor público e sobre benefícios fiscais dos Estados.
Ministros do STF estudam aprofundar os meios de controle de suas decisões para evitar que o Congresso protele sua execução. "Temos que assentar questões quanto à súmula vinculante e às reclamações", diz o ministro Gilmar Mendes, referindo-se a dois mecanismos que fazem com que decisões do STF sejam cumpridas por todos os tribunais do país. (Págs. 1 e A6)
70% das grandes empresas participam de redes sociais
Com o êxito das mídias sociais, as empresas mergulharam nelas - 70% das grandes companhias participam dessas redes, segundo pesquisa da KPMG em dez países. O país que encabeça a lista é a China, com mais de 80% das grandes empresas presentes nas mídias sociais. O Brasil acompanha a média global, com 68,1%.
Para Timothy Norris, diretor da KPMG no Brasil, marcar território em sites como o Facebook tornou-se importante para assegurar a fidelidade do consumidor e saber qual é a percepção que as pessoas têm da empresa. A tendência é mais forte entre as companhias de países emergentes, porque os consumidores desses mercados são mais abertos ao uso das redes sociais. (Págs. 1 e B3)
Reveses na globalização do varejo
Após duas décadas de expansão internacional, o sonho de construir uma rede varejista mundial está morrendo. Embora haja alguns casos de sucesso, nenhuma rede de supermercados conseguiu se transformar em uma gigante verdadeiramente internacional, com operações abrangendo os maiores mercados desenvolvidos e emergentes. Investidores estão se perguntando se seria melhor para o varejo reduzir suas ambições mundiais e se concentrar em produzir valor para os acionistas. Resta a dúvida se haverá ainda uma última aposta nas chances de predominância global, inclusive por meio de uma tentativa de aquisição. O principal alvo dessas especulações é o Carrefour. (Págs. 1 e B4)
Brasil suspeita de novo esquema para importar sapato chinês (Págs. 1 e A4)
Pessoa física perde espaço na bolsa pela primeira vez em nove anos (Págs. 1 e D2)
Montadoras vivem "dias melhores", diz Grace Lieblein, que preside a GM no Brasil (Págs. 1 e B7)
IED não cobrirá déficit em 2012
Pela primeira vez em 11 anos, o déficit brasileiro em transações correntes não deverá ser coberto pela entrada de investimento estrangeiro direto (IED) em 2012. A previsão oficial é de um déficit de US$ 65 bilhões. (Págs. 1 e A4)
Inflação sob controle
O cenário para a inflação neste ano deve ser mais tranquilo que o de 2011, com um comportamento mais favorável em preços administrados e alimentos. Mudança na ponderação do IPCA também deve contribuir. (Págs. 1 e A5)
Aviação cresce, mas desacelera
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulga hoje crescimento de 9,62% na demanda por voos domésticos em novembro, em relação a igual período de 2010. Foi o 30º mês consecutivo de expansão, mas confirma os sinais de desaceleração. (Págs. 1 e B6)
UE alivia barreira à carne
O Brasil desistiu, ao menos por enquanto, de levar a União Europeia à OMC por conta das barreiras à exportação de carne bovina. A UE aceitou proposta de revisão da Diretiva 61, que impôs as restrições, e as negociações vão prosseguir. (Págs. 1 e B10)
'Commodities do medo'
Para o Rabobank, o algodão e a cultura mais vulnerável a turbulências neste ano e o câmbio é o fator que poderá aprofundar os efeitos dessas turbulências, tanto na cotonicultura como nos demais segmentos agrícolas. (Págs. 1 e B10)
Ideias
Renato Janine Ribeiro... Quem é democrata da boca para fora reconhece que esse regime, que não é o seu, é o melhor que existe. (Págs. 1 e A8)
Ideias
Marcelo Kfoury e Leonardo Porto... O cenário mais complicado para o Brasil seria uma desaceleração mais forte na China, deprimindo o preço das commodities. (Págs. 1 e Al2)
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Estado de Minas
Manchete: O pesadelo continua
Os temporais não dão trégua aos mineiros e castigaram novamente a Região Central, a Zona da Mata e a Grande BH. Ouro Preto, Itabirito, Cataguases, Muriaé, Guidoval, Brumadinho e Juatuba estão entre as cidades mais atingidas no fim de semana. A frequência das tempestades e a insistente chuva fina em boa parte do estado atrasam o início da reconstrução do que foi destruído por deslizamentos, enxurradas e alagamentos. Já são 12 mortos em consequência da violência das águas e 103 municípios estão em estado de emergência. Na capital, o medo ronda as encostas e margens de córregos, enquanto no Bairro Buritis donos de apartamentos em prédio condenado assistem à queda gradativa do imóvel. (Págs. 1, 5 e 17 a 20)
Estradas sofrem mais castigo
As rodovias federais que cortam Minas são as mais atingidas pelas chuvas. A queda de uma barreira, ontem, na BR-381, perto de São Gonçalo do Rio Abaixo, no trecho BH/Governador Valadares, deixou a via praticamente interditada por quase 10 horas. Na BR-040, sentido BH/Rio de Janeiro, o transbordamento de um córrego alagou a pista no km 610. As estaduais também sofrem. Há 103 trechos com restrições e parte da pista da MG-020, BH/Santa Luzia, foi levada pelo Ribeirão do Onça. (Págs. 1, 5 e 17 a 20)
Ajuda a quem precisa
Municípios atingidos pelos temporais, como Ouro Preto, começam a receber roupas, alimentos e remédios recolhidos por ONGs e enviados por instituições públicas. Geólogos vão avaliar os estragos causados pela chuva na cidade histórica. (Págs. 1, 5 e 17 a 20)
Governo: Poder quase absoluto do Executivo
Os governos federal e de Minas Gerais e a Prefeitura de BH conseguiram a aprovação de grande parte dos projetos enviados ao Congresso, à Assembleia e à Câmara Municipal em 2011. De acordo com especialistas, uma das explicações está na Constituição, que limita a ação de deputados e vereadores. (Págs. 1 e 3)
Consumidor: Preço pode ser bom e a viagem ruim
Cuidado para o voo ao destino escolhido para as férias não se transformar numa dor de cabeça de cura difícil. É comum companhias aéreas anunciar promoções bem mais em conta que a locomoção por terra e o passageiro se deparar no aeroporto com problemas como atrasos e cancelamentos. (Págs. 1 e 12)
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Jornal do Commercio
Manchete: Lixo e desordem na praia
Porto de Galinhas e Serrambi sofrem com pilhas de lixo e esgoto a céu aberto. Faltam serviços básicos. Reforço aos bombeiros, prometido pelo governo do Estado, ainda não chegou ao Litoral Sul. Monitoramento ficou a cargo da Guarda Municipal. (Págs. 1 e 11)
Senador quer MP investigando Bezerra Coelho
Procuradoria-Geral da República será acionada pelo líder do DEM, Demóstenes Torres. (Págs. 1 e 3)
EUA X Venezuela
Suspeita de cometer ataques cibernéticos, consulesa venezuelana é expulsa dos Estados Unidos. (Págs. 1 e 6)
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Zero Hora
Manchete: Dilma convoca emergência para tratar da seca no Sul
O Palácio Piratini libera hoje sementes, dinheiro e maquinário para abertura de poços, no mesmo dia em que o Planalto anunciará verbas federais para socorrer os municípios mais atingidos. (Págs. 1, 24 e 25)
Dia de redação
Segundo dia de vestibular da UFRGS tem Língua Portuguesa e Redação. (Págs. 1 e 22)
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Brasil Econômico
Manchete: Enchentes poderão custar US$ 4 bilhões ao ano para o Brasil
Cálculo feito pelo Swiss Re mostra que, até 2030, 43 milhões de pessoas correm risco de sofrer com inundações se o país não se prevenir. (Págs. 1 e 4)
1 US$ 105 bilhões foi quanto as seguradoras tiveram de pagar no ano passado para ressarcir danos como os causados por tragédias naturais.
2 R$ 296 milhões custou a reforma feita pela Cervejaria Petrópolis para evitar prejuízos decorrentes das chuvas na região serrana do Rio.
3 US$ 37,5 milhões foi a média anual de perdas das seguradoras no Brasil na última década com problemas ocasionados por inundações.
Donos da Ambev reforçam presença em solo paulista
São Carlos, empresa de imóveis comerciais do trio Marcel Telles, Carlos Sicupira e Jorge Paulo Lemann, quer aproveitar a demanda reprimida no mercado de São Paulo. (Págs. 1 e 18)
Governo se arma para aprovar temas polêmicos no Congresso (Págs. 1 e 6)
‘Sadia mineira’ quer ganhar o Brasil
Depois de disputar fábricas da BRF, a Pif Paf negocia com fundos de investimentos um plano para faturar R$ 2 bilhões. (Págs. 1 e 16)
Tudo ou nada no Salão de Detroit
Desafio das montadoras é mostrar carros compactos, ecológicos e potentes o suficiente para encantar os americanos. (Págs. 1 e 24)
Irã se reaproxima da América Latina
Presidente Mahmud Ahmadinejad vem a Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador tentar romper isolamento diplomático. (Págs. 1 e 36)
Investidor vê seu capital engordar e sumir com ação de baixa liquidez
A Mundial chegou a subir 33,7% e, em três meses, valia centavos. Pet Manguinhos e Telebras também fizeram bate e volta na bolsa. (Págs. 1 e 30)
Custo de vida
Apesar de ter fechado 2011 no teto da meta, inflação brasileira é a menor entre os países do Mercosul. (Págs. 1 e 8)
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