NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA NO MUNDO...

Nós fazemos a diferença no mundo
"Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo." (Paulo Coelho)

Na qualidade de Cidadão, afirmamos que deveríamos combater o analfabetismo político, com a mesma veemência que deveria ser combatido o analfabetismo oficioso no Brasil. Pois a politicagem ganha força por colocarmos poder de importantes decisões nas mãos de quem não se importa com o que irá decidir.
Concordo com Bertolt Brecht, quando afirma que: "O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos”. Ele não sabe o custo de vida, nem que o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato, saneamento, mobilidade urbana, e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. “Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce à prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

É preciso saber…Votar!!!

O que fazermos quando não colocamos em pratica todo um conhecimento ou experiência acumulada de vida a serviço não apenas familiar, mas comunitário também?

Qual a importância do compartilhamento de informações para que toda uma vida não vire apenas “cinzas” de um passado esquecido e não ressurja as “Fênix” transformadoras de um futuro prospero para uma Itaboraí melhor?

Este democrático momento eleitoral seria um momento propício em lançar uma profunda reflexão sobre a relação do cidadão com sua comunidade perante os fatos políticos e sociais de uma cidade sobre o prisma da dicotomia que Lucas 16:13 diz “… Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom…”.

O conhecimento só é válido quando se é compartilhado, porque permitirá contribuir no processo de amadurecimento da “opinião publica” só será atingido se aprendermos a entender o sentido freiriano da “educação popular” na conquista da consciência eleitoral responsável.

Não basta prevenir, é precisa educar. Pois quando se educa, inculca-se no indivíduo o “valor cultural” do querer fazer o que é correto, e não mais quebra-galhos ou remendos de soluções duvidosas.

Se a nossa geração não aprendeu esta importante lição, resta, então, nos preocuparmos no porvir. O que não devemos fazer é pecar novamente por omissão, nem tão pouco a comunidade perder a oportunidade por preguiça.

Já dizia Émile Henriot que “… a cultura é aquilo que permanece no homem quando ele já esqueceu todo o resto…”.

Portanto, neste entendimento, a “cultura” deverá tomar a forma de “atitude prática” que deveremos ter frente às necessidades do cotidiano, mas não nos acovardar na base do “… não tenho nada a ver com isso…” e elegermos “qualquer um” porque isso resultará, certamente, em atraso social e correr atrás do vento.

Por: Tânia Maria Cabral

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