NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA NO MUNDO...

Nós fazemos a diferença no mundo
"Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo." (Paulo Coelho)

Na qualidade de Cidadão, afirmamos que deveríamos combater o analfabetismo político, com a mesma veemência que deveria ser combatido o analfabetismo oficioso no Brasil. Pois a politicagem ganha força por colocarmos poder de importantes decisões nas mãos de quem não se importa com o que irá decidir.
Concordo com Bertolt Brecht, quando afirma que: "O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos”. Ele não sabe o custo de vida, nem que o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato, saneamento, mobilidade urbana, e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. “Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce à prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”

sábado, 17 de abril de 2010

Um empresário do Rio de Janeiro, dono também de um supermercado em Itaboraí (RJ)

Alice Maciel - Estado de Minas
Maria Clara Prates - Estado de Minas
Unidade que abriga várias especialidades ficou fechada
A clínica de saúde da qual Gabriela Ferreira Corrêa da Costa é sócia-proprietária, localizada em um dos pontos mais valorizados para salas no Centro da cidade de Belo Horizonte MG, passou a sexta-feira de portas fechadas. Funcionários do prédio disseram que médicos foram no local pela manhã, mas não atenderam ninguém. A jovem médica registrou a empresa em fevereiro, como Ética Serviços de Saúde Ltda e sob o nome de fantasia Help Medicina. De acordo com vizinhos, a clínica funcionava normalmente e estava começando a aumentar a clientela. Entre as especialidades atendidas estão ginecologia, pediatria e dermatologia. "Eles distribuíam propagandas no Centro da cidade e fizeram algumas consultas de graça para atrair pacientes", contou um funcionário, que não quis se identificar. Além da clínica, Gabriela trabalhava como médica de família, de acordo com registros do Ministério da Saúde. O local onde a unidade funciona é alugado. Chama atenção o fato de que, no contrato, foram pagos, à vista, antecipadamente, seis meses de aluguel, um total de R$ 12 mil, referentes à taxa mensal de R$ 2 mil. Outro detalhe curioso das relações profissionais da médica suspeita de envolvimento com o bando que executou dois empresários no Sion é sociedade que ela mantém, em sua clínica de saúde, com um empresário do Rio de Janeiro, dono também de um supermercado em Itaboraí (RJ). O Estado de Minas tentou sem sucesso falar com o sócio de Gabriela, para que explicasse por que resolveu investir também na área de saúde.
Uma funcionária do prédio onde a Help Medicina funciona disse que há possibilidade de o sócio assumir a administração, com o afastamento de Gabriela. A médica de uma clínica instalada no mesmo prédio, que também pediu anonimato, disse que acolega foi até sua sala para tirar algumas dúvidas a respeito de normas exigidas pela Vigilância Sanitária. "Ela era uma mulher muito arrogante e não dava espaço para nos aproximarmos." Segundo ela, a empresária reformou o espaço, formado por quatro salas. "Ela tinha muito bom gosto e equipou sua clínica com aparelhos de alta tecnologia", disse. Porteiros do prédio disseram que vários médicos trabalham no local. "A rotatividade é grande, eles atendem em dias diferentes", disse uma funcionária que não quis se identificar. Além dos médicos, a clínica mantinha secretária e porteiro exclusivo. Testemunhas também disseram que Frederico, apontado pela polícia como mandante do duplo assassinato, já tinha ido algumas vezes à clínica e que era um homem aparentemente gentil. "Ao contrário da médica, Frederico era um homem muito simpático e educado. Estamos todos surpresos com as notícias", disse um dos inquilinos do prédio. Os funcionários também contaram que Sidney Eduardo Benjamim, conhecido como Pastor – outro suspeito de envolvimento com a quadrilha –, trabalhou na portaria do prédio entre novembro de 2009 e março deste ano, quando foi convidado por Frederico a mudar de emprego. Descrito por pessoas com quem conviveu como um homem muito religioso, Sidney depôs quinta-feira pela manhã. De acordo com o chefe de Departamento de Investigações, delegado Édson Moreira, não há confirmação de sua participação direta nos homicídios. Apesar de ter admitido que foi ao apartamento de Frederico, Pastor disse desconhecer os crimes e acrescentou que prestava serviços ao suposto chefe do bando com a promessa de conseguir gravar um CD de música evangélica, seu sonho

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